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Conheça os tipos de flacidez e como tratá-los

Mulher ruiva de perfil com a mão no rosto

A flacidez da pele pode piorar com o avanço da idade (Imagem: Dean Drobot | Shutterstock)

A flacidez da pele é algo comum que afeta muitas pessoas, especialmente à medida que envelhecem. Isso ocorre porque a pele perde sua elasticidade natural à medida que envelhecemos e pode ser agravado por fatores como exposição ao sol, perda de peso rápida, gravidez e outros fatores genéticos. Além disso, pode afetar várias áreas do corpo, incluindo rosto, pescoço, braços, coxas e abdômen.

Tipos de flacidez

A flacidez pode ser dividida em duas categorias: muscular e dérmica. “A muscular é causada pela falta de exercício físico e alimentação inadequada, o que reduz a massa muscular, diminuindo a firmeza da pele. Já a dérmica, ou tissular, pode ser provocada por fatores naturais, como a exposição em excesso ao sol, maus hábitos como o cigarro e alimentação inadequada ou fatores genéticos e hormonais”, explica Dra. Cláudia Merlo, médica especialista em Cosmetologia pelo Instituto BWS e referência em tratamento corporal em São Paulo.

Ambos os tipos de flacidez podem estar acompanhados de gordura localizada e celulite. “A avaliação e a indicação são sempre individuais para que possamos associar as técnicas e criar um protocolo exclusivo para o paciente, tratando todas as alterações”, aponta a médica.

Diferenças entre flacidez muscular e dérmica

De acordo com a médica, tanto a flacidez muscular quanto a dérmica podem ser tratadas com hábitos de vida mais saudáveis, além de tratamentos potentes. No entanto, para o tratamento, ela ressalta que é necessária uma boa avaliação com um especialista. “A pele geralmente está sobreposta ao músculo e acompanha a tonicidade dele. Se o músculo está flácido, a pele também parece flácida, porém, se a pele está flácida e o músculo tonificado, então a aparência não é tão evidente”, explica Dra. Cláudia Merlo.

A pele e o músculo são tecidos diferentes. “Para tratar ambos, precisamos agir em cada camada. O músculo espessa ou ‘cresce’ conforme o estímulo muscular, já a pele não. A pele fica mais fina e sem firmeza na medida em que perde as fibras de sustentação – as fibras colágenas. Seu estímulo é feito em camadas mais superficiais”, diz a médica. Entre as causas da flacidez de pele, estão: perda abrupta de peso, efeito sanfona, sedentarismo e envelhecimento fisiológico.

A flacidez da pele pode ser tratada de diferentes formas (Imagem: Prostock-studio | Shutterstock)

Algumas opções de tratamento

Flacidez dérmica

Quando a questão é dérmica, a médica indica o uso de Radiesse, um bioestimulador injetável, indicado para melhorar a qualidade da pele e que reduz a flacidez de pele. “A substância é aplicada para promover uma inflamação controlada, a fim de estimular as células formadoras de colágeno (fibroblastos) a produzirem colágeno, por volta de 18 meses”, conta a médica.

Com o estímulo de colágeno, a pele fica mais elástica e firme. “A técnica pode ser combinada com o ultrassom microfocado, que ajuda a promover o skin tightening, que é aquele ‘aperto’ da pele com o músculo, quando ela fica firme”, acrescenta.

Flacidez muscular

A falta de tonicidade do músculo também pode ser tratada em consultório médico. Para isso, é utilizada a tecnologia HIFEM+ do EmSculpt Neo, aparelho de body shaping não invasivo, isto é, o procedimento atua com benefícios de queima de gordura e hipertrofia do músculo através do tratamento. “[…] A tecnologia HIFEM+ contrai as fibras musculares em intensidades que não são alcançáveis durante os exercícios físicos voluntários”, explica a Dra. Cláudia Merlo.

Por Paula Amoroso

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