Carnaval: conheça 4 maneiras para pintar os cabelos sem danificar os fios

Carnaval: conheça 4 maneiras para pintar os cabelos sem danificar os fios
Cabelos coloridos são tendência durante o Carnaval (Imagem: Shutterstock)

Durante o Carnaval, mudar o visual é um dos principais feitos para curtir a folia. Para isso, muitas pessoas optam por pintar os cabelos com cores que são a cara da festividade. No entanto, apesar da diversidade de produtos no mercado para colorir as madeixas, existem algumas técnicas utilizadas que não são recomendadas por profissionais.

Por isso, o hair stylist Luigi Moretto indica os melhores produtos para colorir os cabelos sem danificar os fios e os que devem ser evitados. Veja!

1. Tintas em spray

As tecnologias das tintas em spray são seguras, desde que o produto seja aplicado de forma correta, sem concentrá-lo demais em uma única mecha. Além disso, a fim de retirar completamente a tinta em spray do cabelo, é preciso lavar os fios com xampu e condicionador, assim como adicionar um bom creme de hidratação na primeira lavagem. Isso porque a tinta pode deixar um leve aspecto ressecado nos fios.

“Mesmo que a composição seja com pigmentos temporários, eles podem causar reação alérgica, por isso o recomendado é fazer um teste antes de usar, passando um pouco do produto na região anterior ao antebraço”, orienta o profissional.

2. Coloração fantasia

Segundo Luigi Moretto, existe uma grande procura, nesta época, pelas tinturas temporárias que tingem o cabelo. Tais pigmentos conseguem depositar corantes sobre a superfície dos fios que duram algumas lavagens, desde que sejam feitas de maneira profissional com as chamadas “colorações fantasia”.

“São todas aquelas que fogem dos padrões tradicionais de colorações, por exemplo: rosa, laranja, azul, verde, roxo etc. Hoje, a maior parte das tinturas fantasia age de forma superficial nos fios, como uma espécie de tonalizante. Isso porque muitas marcas não adicionam, na formulação, amônia ou água oxigenada – produtos que são usados nas tintas convencionais para abrir e revelar a cor”, explica Luigi.

O especialista conta que o resultado é uma ação mais superficial e com uma durabilidade menor que as cores tradicionais. “A única ressalva é que, antes da aplicação, existe a necessidade de descolorir os fios. Isso porque a tinta não tem o poder clareador, e o fundo escuro impede que os tons coloridos apareçam”, avisa o especialista. Essas colorações não modificam a estrutura capilar e são compatíveis com alisamentos.

Menina com cabelo ruivo e mechas coloridas
Giz pastel ajuda a colorir os cabelos de forma simples e sem danos (Imagem: Shutterstock)

3. Giz pastel

Essa é uma maneira de colorir as madeixas facilmente, enrolando mechas fininhas com cabelo seco antes de colorir e esfregar o produto no cabelo. “Esse tipo de giz não é o mesmo giz utilizado em lousas ou aqueles feitos com cera, usados para pintar desenhos. São os chamados giz pastel, não oleosos e brilhantes, feitos especificamente para este fim”, ressalta o especialista.

4. Rímel para cabelos

Já existem algumas marcas, no mercado, que disponibilizam produtos similares às máscaras de cílios, mas na versão para os cabelos. “Como são feitos especificamente para os fios, os riscos de estragos e danos nas madeixas são praticamente nulos, mas podem ressecar; por isso vale a mesma regra da hidratação”, lembra Luigi.

Produtos que devem ser evitados

Assim como existem opções válidas na folia, outras são terminantemente proibidas, mesmo que na brincadeira, como:

Papel crepom

Pode causar ressecamento intenso e deixar o cabelo poroso. Além de manchar e ressecar os fios, pode tingir o cabelo de forma desigual, causar alergias e problemas no couro cabeludo, principalmente se for usado em crianças que possuem a pele do couro cabeludo muito sensível.

Tinta guache

Tintas artesanais que não são apropriadas para os cabelos, como tinta guache, ou acrílica, podem ocasionar queimaduras ou lesões no couro cabeludo por conta da reação química potencializada pela exposição solar. Elas, ainda, mancham os cabelos e podem demorar a sair.

Por Mayra Barreto

Redação EdiCase

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